
Portugal tem vários problemas estruturais, mas um dos mais preocupantes ( e que tem vindo a agravar-se) é sem dúvida a tendência de alguns Portugueses para a mesquinhez e inveja. Um dos 1ºs Ministros de que mais gostei teve um dia um desabafo parecido, referindo na altura que “0 problema dos Portugueses era a inveja”.
Na altura achei a frase infeliz e longe do registo de pensamento estratégico e de excelência que o caracterizavam. Hoje, decorridos 15 anos de vida política activa, devo dizer que é mesmo verdade.
Raramente vibramos com a ascensão dos outros, com a sua progressão profissional ou com a evolução evidente do nosso País. A melhor noticia que me podem dar é quando um amigo, um conhecido, ou um político português ou cientista teve uma promoção, foi reconhecido internacionalmente, ou quando Portugal é um dos melhores países do mundo em saúde materna e neo-natal ou na produção de energia eólica.
Se dedicássemos mais tempo a ser construtivos, a elevar-nos por padrões melhores e a ultrapassarmos as nossas fragilidades, seguramente Portugal seria um país melhor.
Esse desafio, contudo, é difícil, porque somos inundados diariamente por noticias pessimistas, muitas vezes falsas e sem nenhum rigor, que destroem a auto estima nacional e que estimulam a mesquinhez individual… são os abutres dos “shares”, que se apoderam de nós e manipulam as mentes menos esclarecidas ou inocentes que ainda acreditam em tudo o que lêem ou ouvem na televisão.. felizmente já atravessei esse estádio há muito tempo, e só acredito naquilo que é credível, sólido ou bem fundamentado.
Por falar em “inundar” foi interessante assistir à cobertura televisiva nacional vs cobertura internacional das cheias que têm vindo acontecer por todo globo, para perceberem aquilo de que falo.
No nosso Concelho, a resposta atempada dos nossos Bombeiros, a boa articulação do SM de Protecção Civil, bem como o trabalho invisível ( mas que nestes momentos está bem presente) da limpeza das linhas de águas, construção de emissários e estações elevatórias, revelam que, apesar de sermos um território de elevado risco, estivemos á altura das responsabilidades.
Na altura achei a frase infeliz e longe do registo de pensamento estratégico e de excelência que o caracterizavam. Hoje, decorridos 15 anos de vida política activa, devo dizer que é mesmo verdade.
Raramente vibramos com a ascensão dos outros, com a sua progressão profissional ou com a evolução evidente do nosso País. A melhor noticia que me podem dar é quando um amigo, um conhecido, ou um político português ou cientista teve uma promoção, foi reconhecido internacionalmente, ou quando Portugal é um dos melhores países do mundo em saúde materna e neo-natal ou na produção de energia eólica.
Se dedicássemos mais tempo a ser construtivos, a elevar-nos por padrões melhores e a ultrapassarmos as nossas fragilidades, seguramente Portugal seria um país melhor.
Esse desafio, contudo, é difícil, porque somos inundados diariamente por noticias pessimistas, muitas vezes falsas e sem nenhum rigor, que destroem a auto estima nacional e que estimulam a mesquinhez individual… são os abutres dos “shares”, que se apoderam de nós e manipulam as mentes menos esclarecidas ou inocentes que ainda acreditam em tudo o que lêem ou ouvem na televisão.. felizmente já atravessei esse estádio há muito tempo, e só acredito naquilo que é credível, sólido ou bem fundamentado.
Por falar em “inundar” foi interessante assistir à cobertura televisiva nacional vs cobertura internacional das cheias que têm vindo acontecer por todo globo, para perceberem aquilo de que falo.
No nosso Concelho, a resposta atempada dos nossos Bombeiros, a boa articulação do SM de Protecção Civil, bem como o trabalho invisível ( mas que nestes momentos está bem presente) da limpeza das linhas de águas, construção de emissários e estações elevatórias, revelam que, apesar de sermos um território de elevado risco, estivemos á altura das responsabilidades.
Com efeito, viveram-se situações bem mais preocupantes noutros municípios vizinhos, tendo Odivelas superado as expectativas ( apesar da má vontade, incompreensível de alguns, para que tudo corra mal).
Porque faço parte do grupo dos construtivos e empreendedores, fico solidária com quem tem problemas e confiante de que no nosso Concelho temos que continuar o caminho ( ainda que alguns queiram que tropecemos… ) da prevenção do risco e sobretudo focados no interesse e descoberta colectiva.
Um 2010 de “cousas” boas e de causas maiores!
Deixo-vos com Pessoa…sempre!
"A espantosa realidade das cousas
È a minha descoberta de todos os dias
Cada cousa é o que é,
E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra,
E quanto isso me basta.. “
Susana Amador